O DENTE QUE CHEGA AOS 6 ANOS E VAI ATÉ O FIM DA VIDA

Você sabia que aos 6 anos de idade nascem os primeiros dentes permanentes — e que esses mesmos dentes devem nos acompanhar por toda a vida? É isso mesmo: os dentes que surgem nessa fase da infância não serão trocados. São os mesmos dentes que nos levarão até a velhice.
Muita gente só descobre isso quando já perdeu algum. E infelizmente, a perda precoce de um dente permanente, especialmente na infância ou adolescência, pode comprometer o crescimento ósseo da face, além de impactar diretamente na mastigação, fala e autoestima.

O ROSTO CRESCE AO REDOR DO DENTE
Quando falamos dos primeiros molares permanentes — que surgem por volta dos 6 anos — e dos incisivos centrais superiores (os famosos “dentes da frente”), estamos falando de estruturas fundamentais. São eles que dão suporte ao crescimento da maxila e mandíbula, e ajudam a guiar a formação do rosto.
Em especial, os dentes da frente têm papel funcional e estético crucial. Quando nascem, geralmente por volta dos 6 a 8 anos, o sorriso infantil passa por uma fase conhecida como “fase do patinho feio”: os incisivos centrais parecem grandes demais para o rosto, há espaços, desalinhamentos… mas tudo isso é natural. O rosto ainda vai crescer, os ossos faciais vão se expandir — e esse crescimento depende, em parte, da presença dos dentes.
O problema é quando esses dentes permanentes são perdidos ou extraídos precocemente — seja por trauma, cárie ou má formação.
Sem o estímulo funcional da mastigação e da presença do dente, o osso alveolar começa a atrofiar. Isso pode levar a:

  • Diminuição da largura e altura da maxila;
  • Assimetria facial;
  • Necessidade de enxertos ósseos no futuro;
  • Impacto emocional pela perda de dentes em fase precoce.

A PERDA DE UM DENTE DA FRENTE: MAIS QUE UM VAZIO NO SORRISO
Estudos mostram que a perda precoce dos incisivos permanentes pode levar à reabsorção óssea em até 60% do volume ósseo na região em apenas 3 anos. E diferente do que muitos imaginam, o osso da face não se reconstrói sozinho. Uma vez perdido, ele demanda intervenção profissional.
Além disso, a ausência dos dentes anteriores prejudica diretamente a fala, a autoestima e a expressão facial. Crianças que perdem dentes da frente antes do tempo certo tendem a evitar o sorriso, apresentam dificuldades de convivência escolar e carregam marcas emocionais por toda a vida.

A PRESENÇA DOS DENTES É UM PRESENTE PARA A FACE
Quando um dente está presente, ele não serve apenas para mastigar. Ele estimula o osso, equilibra a mordida, sustenta o lábio e dá contorno ao rosto. Cada dente é parte de um sistema mais amplo, que sustenta a beleza natural e a funcionalidade da face.
E tudo começa aos 6 anos — com dentes grandes demais para um rostinho pequeno, que em breve crescerá ao redor deles.

O ALERTA É SIMPLES: CUIDE ANTES QUE FALTE
Acompanhamentos periódicos com o dentista ajudam a garantir que a troca de dentes ocorra no tempo certo, que nenhum dente seja perdido precocemente e que, se houver perdas, intervenções corretas sejam feitas para preservar o crescimento ósseo e a harmonia facial.

O DENTE QUE MOLDA O SORRISO — E A VIDA
Como dentista com mais de 20 anos de profissão, vi crianças que perderam dentes da frente e sofreram anos depois com as consequências ósseas e emocionais. Mas também vi o contrário: jovens que preservaram seus dentes permanentes desde os 6 anos e, na fase adulta, exibem não apenas um sorriso bonito — mas um rosto harmonioso, saudável e confiante.
O cuidado começa cedo. E a melhor decisão que podemos tomar é cuidar desde agora do que queremos levar até o fim da vida.
Se aos 6 anos nascem os dentes que devem nos acompanhar até o fim, eles merecem atenção. Porque cuidar desses dentes é cuidar do rosto, da autoestima e do futuro.


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Dr. Esdras Guimarães é cirurgião-dentista, formado desde 2005, com sua vida profissional dedicada à promoção da saúde bucal, da estética do sorriso e da qualidade de vida de seus pacientes. Graduado em Odontologia pela Universidade Tiradentes (UNIT), é Especialista em Prótese Dentária pela Associação Brasileira de Odontologia. Pós Graduado em Implantes – International Team For Implantology, com ampla experiência em implantodontia e reabilitação oral.

Reconhecido por sua abordagem humanizada, técnica precisa e visão moderna da odontologia, Dr. Esdras acredita que cuidar do sorriso vai muito além da estética, é um compromisso com a saúde, a autoestima e o bem-estar ao longo da vida. Ao longo de sua trajetória, tem se destacado por unir ciência, tecnologia e sensibilidade no atendimento individualizado de cada paciente.

É diretor e idealizador de clínicas odontológicas em Aracaju (SE), onde atua como referência em tratamentos estéticos e reabilitadores, sempre investindo em inovação, estrutura e qualificação profissional. Além da prática clínica, escreve artigos, participa de entrevistas e ações educativas, contribuindo para a disseminação de informação de qualidade sobre saúde bucal.

Para Dr. Esdras Guimarães, o verdadeiro sucesso na odontologia está em cuidar de pessoas, quebrar ciclos de doença e transformar vidas por meio do sorriso.